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Embaixador angolano defende intercâmbio empresarial com Ghana

O embaixador de Angola no Ghana, Augusto Silva da Cunha, defendeu o incremento do intercâmbio empresarial privado, para reforçar a cooperação económica entre os dois países.

Numa entrevista a jornalistas angolanos na capital ghanense, Acra, disse que no quadro da implementação da estratégia de desenvolvimento da economia, a par dos acordos bilaterais, Angola deve facilitar a ida de investidores ao país, para dar a conhecer o potencial angolano.

Informou, nesta quinta-feira, 13, que está a ser preparada, a mais alto nível, a VI reunião da Comissão Mista Bilateral que deverá, entre outras questões, contribuir para o reforço da cooperação bilateral.

Sublinhou terem sido já identificadas potenciais áreas de cooperação nos domínios dos petróleos, energia e águas, agricultura, pescas e ensino.

Congratula-se pelo facto de uma empresa angolana ter rubricado um memorando de entendimento com entidades ghanenses, avaliado em 300 milhões de dólares, para a construção de seis mil casas de baixa e média renda no Ghana.

Adianta que tem estado também a estimular o empresariado privado a conhecer a realidade ghanense, para tirar o melhor aproveito dos avanços deste país africano, que é o segundo maior produtor de ouro e cacau no continente, depois da África do Sul.

Disse ainda ter convidado universidades angolanos para visitar as do Ghana, muitas delas fundadas na década de 50, assim como a entidade gestora de bolsas de estudos para avaliar as potencialidades deste país da África ocidental.

A então Costa do Ouro foi a primeira nação da África subsaharina a se tornar independente em 1957. A designação Ghana é em alusão ao antigo império que dominou a África Ocidente, até se tornar colónia britânica, em 1874.

Angop