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Acordo ortográfico deve estar em consonância com a cultura angolana Imprimir Notícia Voltar
27/7/2010 10:56
A antiga conselheira da Angola junto da Comunidade de Países de Língua Portuguesa, Jovelina Imperial, disse que Angola quer um acordo ortográfico na organização que não choque com a cultura, hábitos e costumes do pais.
Em declarações a vice-governadora de Luanda para a Área Social adiantou que  antes de adoptar o acordo, Angola ainda deve analisar e aprofundar bem e ver se convêm pô-lo em uso.
 

Segundo referiu "o acordo ortográfico é também uma situação meio difícil, e apesar de estar a ser discutido e já aprovado por vários estados, ainda existem problemas na sua implementação".
 

O acordo, prosseguiu a responsável, tem muito a ver com aquilo que são os objectivos e tradições de cada estado membro e Angola quer um acordo ortográfico na organização que não choque de forma nenhuma com a cultura do pais.
 

“O acordo ortográfico tem muitas vantagens porque a língua deixa de ter aquele padrão lusófono que nós conhecemos e passa a ter aquilo que é portanto também as iniciativas linguísticas dos estados membros", disse.
 

Lembrou que no acordo ortográfico é possível ver-se muito palavreado brasileiro e outras expressões, mas Angola precisa ver se é isso que realmente quer com o acordo, porque  "nós queremos um acordo que realmente satisfaça os nossos anseios e não nos crie problemas".
 

A antiga conselheira que ocupou o cargo durante 10 anos adiantou que apesar de muitos cidadãos lusófonos não aceitarem de bom grado o acordo, isso vai ser possível aos poucos e paulatinamente as pessoas vão se habituando.
 

Em sua opinião, o acordo será bom,  é uma forma de dinamizar a própria língua,  mas ele tem que ser adoptado no momento certo, quando chegar-se a conclusão que está-se em condições, porque é um instrumento que vem beneficiar os estados membros da língua portuguesa.
 

"Apesar de alguma resistência daqui a pouco estarão todos mergulhados no acordo, mas é preciso que ele seja adoptado quando realmente os estados se sentirem em condições de o fazer e não porque Portugal e o Brasil o adoptaram. Devemos faze-lo e dai podermos tirar o maior dividendo do acordo ortográfico", pontualizou.

Em declarações a vice-governadora de Luanda para a Área Social adiantou que  antes de adoptar o acordo, Angola ainda deve analisar e aprofundar bem e ver se convêm pô-lo em uso.
 

Segundo referiu "o acordo ortográfico é também uma situação meio difícil, e apesar de estar a ser discutido e já aprovado por vários estados, ainda existem problemas na sua implementação".
 

O acordo, prosseguiu a responsável, tem muito a ver com aquilo que são os objectivos e tradições de cada estado membro e Angola quer um acordo ortográfico na organização que não choque de forma nenhuma com a cultura do pais.
 

“O acordo ortográfico tem muitas vantagens porque a língua deixa de ter aquele padrão lusófono que nós conhecemos e passa a ter aquilo que é portanto também as iniciativas linguísticas dos estados membros", disse.
 

Lembrou que no acordo ortográfico é possível ver-se muito palavreado brasileiro e outras expressões, mas Angola precisa ver se é isso que realmente quer com o acordo, porque  "nós queremos um acordo que realmente satisfaça os nossos anseios e não nos crie problemas".
 

A antiga conselheira que ocupou o cargo durante 10 anos adiantou que apesar de muitos cidadãos lusófonos não aceitarem de bom grado o acordo, isso vai ser possível aos poucos e paulatinamente as pessoas vão se habituando.
 

Em sua opinião, o acordo será bom,  é uma forma de dinamizar a própria língua,  mas ele tem que ser adoptado no momento certo, quando chegar-se a conclusão que está-se em condições, porque é um instrumento que vem beneficiar os estados membros da língua portuguesa.
 

"Apesar de alguma resistência daqui a pouco estarão todos mergulhados no acordo, mas é preciso que ele seja adoptado quando realmente os estados se sentirem em condições de o fazer e não porque Portugal e o Brasil o adoptaram. Devemos faze-lo e dai podermos tirar o maior dividendo do acordo ortográfico", pontualizou.

            
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